terça-feira, 24 de junho de 2014

Reportagem esclarecedora da renomada Ina May sobre o processo do parto

Estamos em uma era abençoada para as futuras mães. Despertando para quem realmente somos, para o respeito e compreensão sobre como auxiliar no processo do parto em perfeita sincronia com nosso corpo.
Pense o seguinte: nosso corpo é perfeito mas, para que consiga trabalhar de forma harmônica, perfeita, indolor e natural precisa de condições favoráveis. As respostas são tão simples que até parece engraçado: quanto mais confiamos no processo do corpo, quanto mais proporcionamos momentos de prazer, alegria, relaxamento, respeito, mais o corpo relaxa e permite que suas funções aconteçam.
Ina May trabalha com parto desde os anos 80 como doula, autora de vários livros sobre o assunto. Nesses 3 vídeos ela partilha um pouco de sua sabedoria. Estão em inglês.




sexta-feira, 13 de junho de 2014

Além do Parto

Uma mulher se torna mãe ao descobrir-se grávida, ainda que de forma estranha, sem ver a barriga, sem ver o bebê, à partir do momento em que ela aceita esta gravidez já começa a psicologicamente antecipar a chegada de seu filho(a).
Prepara-se para o parto, lê livros a respeito, vai a cursos, se informa, se fortalece (ou fortalece seu medo) e, enfim, está com seu tão esperado filho ou filha, ou um plural de ambos, em sua vida para sempre. E agora?

Tudo o que lemos sobre maternidade não é suficiente para auxiliar neste processo tão intenso. Acho, em minha opinião, que a parte mais difícil de ser mãe não seja atender às necessidades das crianças, muitas vezes facilmente atendidas por instinto materno, mas sim o fato de este atendimento ser sem intervalo. 

Não há chave mágica para lidar melhor, mas há experiências bem-sucedidas, caminhos percorridos por estudos profissionais, por mães e por pessoas queridas a quem admiramos. 

Hoje não somos mais uma comunidade. A grande maioria de nós cria os filhos praticamente sem contato com familiares que apoiam, como antigamente. Vemos familiares em festas, reuniões, férias esporádicas e enterros. Acho que era mais fácil criar filhos com a possibilidade de poder ter mais gente com quem dividir a responsabilidade com tanto amor quanto nós. Ainda peguei esta época. Crianças brincando de casa em casa, férias super longas com primos em uma mesma casa acolhedora, avós dedicadas, tias generosas, primos travessos e amigos de rua... bons tempos!

Sem este sistema de apoio (sorte de quem ainda tem!), ser mãe e pai se torna não só mais intenso como mais cansativo. A grande maioria de nós ainda trabalha a maior parte do tempo fora, voltando cansados para casa. E como lidar melhor com este novo modelo de família?

A disciplina caminha de mãos dadas com a flexibilidade. Disciplina para cuidar de si mesma como pessoa, priorizar o que é importante, ter horários que te facilitem lidar com o dia-a-dia e flexibilidade para não se exigir tanto, levar a vida com leveza, amar mais do que exigir e saber que a vida é passageira. Se existe alguma chave, em minha humilde opinião está no crescimento pessoal, conheça a você mesma e saberá onde poderá melhorar, onde pode amar mais, relaxar mais, se abrir mais e se disciplinar mais. Estamos aqui para crescer e amar, filhos nos ensinam muito bem tudo isso!


terça-feira, 29 de abril de 2014

6a Festa Literária de Pirenópolis - FliPiri!

É com enorme alegria que confirmo os dias e horários que estarei presente na FliPiri.
O evento está maravilhoso e vale ser prestigiado por todos que tiverem a oportunidade de visitar Pirenópolis entre 30 de abril e 3 de maio.

Estarei apresentando meu livro, escrito com tanto carinho e dedicação, pela primeira vez ao público, podendo conversar, partilhar experiências e me conectar com pessoas interessadas nestes universo tão mágico que é o nascimento de nossos filhos. Caso queira dar uma passadinha por lá, estarei na mesa de autores independentes nos seguintes dias e horários:





MARIA DO SOL NA FLIPIRI:

dia 1 de maio - quinta - 10 às 12h
dia 2 - sexta - 14 às 16h
dia 3 - sábado - 13 às 15h




Atualmente, muitos autores lançam seus livros na plataforma eletrônica, em formato ebook. Seguindo esta mesma tendência mundial, lanço meu livro em formato eletrônico pela Amazon.com.br . 
Como muitas de nós ainda não nos sentimos familiarizadas com esta forma de compra, elaborei um passo-a-passo simplificado para que não tenha surpresas indesejadas e não consiga ler seu livro:


PASSO A PASSO PARA ADQUIRIR O EBOOK PARTO SEM DOR:

VOCÊ TAMBÉM PODE!


1. Entre no site www.mariadosol.com e clique na imagem do livro na página inicial.
Você será redirecionado para o link de compra do livro na Amazon.com.br

2. Clique em comprar e crie sua conta segura

3. Baixe o aplicativo Kindle para poder ler seu livro no computador, celular ou tablet.
 Se já o tiver, pule para o passo seguinte

4. Digite o nome do livro Parto Sem Dor na parte de busca de livros que o livro aparecerá para compra

5. Clique na imagem do livro para comprar

6. Clique no botão COMPRE AGORA COM 1-CLIQUE e será redirecionado para um link de escolha
 para qual Kindle deseja enviar.

7. Siga os passos para pagamento

8. Clique em COMPLETE SEU PEDIDO à direita

9. Enviar para o dispositivo escolhido

10. PRONTO! Agora é só abrir seu aplicativo de leitura Kindle e ler, marcar e aproveitar seu livro

Sua opinião é muito importante! Peço que, tanto durante o processo de leitura do livro,
quanto ao término, publique sua opinião, partilhe sua experiência e entre em contato comigo.




sábado, 29 de março de 2014

Delícias Saudáveis - Sopa Creme de Abóbora

Como temos o hábito de comer de forma saudável boa parte do tempo, muitos me procuram por conta das receitas dos pratos que faço. Uma maneira generosa que encontrei de partilhar as receitas foi postar aqui para que mais pessoas, mulheres e, especialmente, mães, possam ter opções gostosas, saudáveis e... o mais importante: FÁCEIS!

Essa sopa foi ensinada pela pessoa que mais cozinha coisas deliciosas e saudáveis que conheço, minha mãe!

SOPA CREME DE ABÓBORA

Coloque meia abóbora para cozinhar dentro de uma penela de pressão com água cobrindo-a. Retire somente as sementes, só corte se precisar para caber.
Cozinhe na pressão até derreter. Cerca de 20 minutos de pressão.
Bata no liquidificador com água do cozimento suficiente para virar um creme. 
Coloque o creme em uma panela e adicione um pouco de sal (somente um pouco para quebrar o doce da abóbora), 2 colheres de creme de leite e 1 colher de manteiga.
Sirva com queijo ralado. 
Se tiver torradas, pode usar para acompanhar. 
Se quiser adicionar ervas, sugiro alecrim ou cebolinha.

É surpreendentemente deliciosa.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Muito além do parto sem dor

O parto sem dor é realmente incrível.


Porém, a meta ao tentar vivenciá-lo não deve ser o parto, mas sim você mesma. Você fortalecida, você melhor, você mais conectada com seu corpo, com seu bebê que chega, com sua essência.

Durante o processo no qual busquei vivenciar o parto sem dor, eu realmente não sabia se iria dar certo. O gostoso é que, se no início era uma busca, durante o processo se tornou um encontro. Um reencontro com meu ritmo interior, com minha essência, com a conexão com meu corpo, com o respeito à minha sensibilidade e necessidades mais profundas.

Se eu não tivesse tido um parto sem dor, teria valido a pena a jornada pois sei que já seria uma mãe melhor, que já teria muito mais conexão com meu corpo e com meu bebê que estava chegando, e teria certeza de que já teria dado mais um passo de evolução interior.

Acredito que a jornada seja mais importante porque, mesmo que alguns momentos sejam milagres e mudem nossas vidas, a jornada dura muito mais tempo, nos acompanha durante todo o processo em busca de algo e é a confiança no passo após passo que traz resultados.



quinta-feira, 13 de março de 2014

Hora de comprar o livro!

Por um "acidente" da livraria Saraiva, meu livro está por R$2.99 e será alterado em algumas horas. Por conta disso, a Amazon.com.br também alterou o preço do livro para R$ 2,99 e também será alterado em algumas horas.
Achei divertido e, como a intenção é que leiam, quem quiser comprar a um precinho bem camarada, é agora!
O livro não trata somente de parto, mas conta também minha trajetória como mãe e pessoa, além de ferramentas de fortalecimento pessoal. Sugiro a leitura a todos. 
Link para o ebook na Saraiva: http://bit.ly/1iGlP3F
Link para o ebook na Amazon: http://bit.ly/1foj4w6



terça-feira, 11 de março de 2014

Lançamento de meu livro "Parto Sem Dor: Você Também Pode!"

É com grande alegria que lanço meu primeiro livro!

Passei anos escrevendo sobre minha experiência como mãe para que, um dia, se tornasse um livro.
Durante minha última gravidez, acabei me deparando com o conceito do parto sem dor.
Mergulhei neste lindo e profundo processo, podendo vivenciá-lo.
No livro partilho minha vivência e experiência como mãe e com o parto sem dor.

Acredite, é possível!

Para saber mais e adquirir meu livro, disponível somente em formato ebook pela Amazon.com, basta clicar na imagem abaixo:


 Compre o livro!

sábado, 28 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO!

Essa é uma frase que iremos ouvir em alguns dias. E como você se sente quanto a isso?

            Sem me esquecer que o dia primeiro de janeiro é apenas mais um dia após o outro e que nosso calendário é uma convenção organizativa do tempo, para mim o Ano Novo é uma data mágica e vou partilhar o porque:

            Para mim, que tive uma vida carregada de dificuldades e tragédias, toda mudança de ano era uma oportunidade de viver algo novo, de ter um ano melhor, com esperanças renovadas e o passado deixado para trás. Não vou dizer que funcionava exatamente... mas meu estado de espírito melhorava bastante e isso transformava muito as coisas ao meu redor.

            Sempre fui de ter agenda, de escrever diariamente e, no Ano Novo, claro, escrevia minhas metas para este ano renovado. Normalmente era uma lista bem grande da qual nem me lembrava depois. Porém, depois que entrei na fase adulta da vida, estas listas passaram a ter um significado novo. Fui aprimorando minha metodologia e foco nos resultados. Minha lista diminuiu, reforçando uma crença que tenho de que "menos é mais" e passei a usar minhas listas em minhas meditações diárias.
         Ano após ano eu voltava na lista do inicio do ano e, incrível, eu havia conseguido atingir boa parte das metas que estabeleci! Ano após ano reforço a fé no que Jesus diz "peça e será atendido" e compreendo mais e mais como funciona a vida, conquistava com mais facilidade o que havia me proposto.
E a fórmula para mim é simples, basta confiar em nosso Eu Interior, amar a nós mesmos e acreditar que viemos a este mundo para ser felizes como somos e que isso é permissão, não esforço, não uma busca incansável. Somos seres milagrosos e, ao ouvirmos a este Eu Interior, que é nossa realidade espiritual, todas as respostas e possibilidades se abrem, tudo o que desejamos livres do ego e do medo acontece de forma natural e no momento certo. E este alinhamento transborda para o próximo e para o mundo, também de forma natural.

        Para mim esta entrega, esta permissão, se torna cada dia mais empolgante pois abre cortinas e desvenda mistérios, tornando a vida mais bela e as conquistas mais possíveis.

        Minha lista já está quase pronta, mal posso esperar para viver o que almejo, e você?

        Te desejo, de coração, um Ano Novo no qual realize seus sonhos, supere suas limitações, contribua por um mundo melhor para você e para os outros!
FELIZ 2014!!!

That's a phrase we will hear in a few days . And how do you feel about that ?

            Without forgeting that the first of January is just another day after another, and that our calendar is an organizational convention of the time, for me New Year is a magical time and I'll share why:

            For me, that had a life full of difficulties and tragedies, all year change has always been an opportunity to experience something new, to have a better year, with renewed hopes and past left behind. I will not say it worked exactly ... but my mood improved a lot and it really turned things around me.

            I´ve always been the kind of person that keeps a diary, writing daily, and at New Year, of course, I would write my goals for this new year. Usually it was a pretty big list from which not even remember later. However, after I entered the adult stage of life, these lists gained a new meaning. I was tweaking my methodology and focus on results. My list has decreased reinforcing a belief I have that " less is more ", and started using my lists in my daily meditations .
         Year after year I returned to the list in the beginning of the year and, amazing, I was able to achieve a lot of the goals I´d set! Year after year strengthening faith in what Jesus says "ask and it is given" , and understandind more and more how life works, conquered more easily what had proposed.
And the formula is simple for me , just trust our inner self , love ourselves and believe that we come into this world to be happy as we are and that's allowed , no effort , not a relentless pursuit . We are miraculous beings and as we listen to this Inner Self , which is our spiritual reality , all the answers and possibilities open up , all we want free of ego and fear happens naturally and at the right time . And this alignment overflows to others and to the world , also in a natural way .

        For me this allowing, this permission, becomes more exciting each day it opens curtains and unraveling mysteries , making life more beautiful andachievements more possible .

        My list is almost ready , can not wait to live what they crave , and you ?

        I wish you from my heart a New Year in which to realize your dreams , overcome their limitations , contribute for a better world for you and for others!
HAPPY 2014 !


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O Corpo e as Doenças

Sou muito fã de Louise Hay, uma palestrante de auto-ajuda internacional incrível. Seu primeiro trabalho, You Can Heal your Life (Você pode Curar sua Vida) chegou até mim aos 15 anos de idade e jamais esqueci.
Estive relendo a lista na qual ela relaciona doenças com padrões de comportamento e pensamentos que envenenam nosso corpo e, literalmente, nos adoecem. A lista é bem interessante pois, no final, também lista de locais de doenças no corpo e comportamentos, nos dando perguntas que deveríamos fazer a nós mesmos para enxergar o que nos faz mal e transformar nossa vida para melhor. Segundo ela a raiz de todos os males está na falta de amor por si mesmo e na falta de perdão, por si ou por alguém e que quando aprendemos a perdoar e amar a nós mesmos, dissolvemos o ressentimento e, por consequência, as doenças associadas, deixando o passado para trás e abrindo espaço para que seu eu saudável e feliz encontre lugar.
Louise dirigiu grupos de soropositivos que se curaram depois de aplicarem seus métodos de amor próprio, perdão e pensamentos e afirmações positivos. Ela, inclusive, provou seu método em si mesma, curando-se de câncer sem cirurgia em 4 meses!
Achei interessante partilhar. Segue a lista:


DOENÇAS/CAUSAS
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração.Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
___________


Infecção - um conflito que se materializou
Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar conflitos. No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?
2 - Que conflito estarei evitando?
3 - que conflito tento fingir que não existe?
Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.

Alergia - uma agressividade que se materializou
A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?
2 - Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?
3 - Para que temas apontam os meus alérgenos?
4 - Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
5 - Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar? 

Respiração - Assimilação da Vida
No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - O que me faz sentir falta de ar?
2 - O que me recuso a aceitar?
3 - O que estou evitando dar?
4 - Com o que não desejo entrar em contato?
5 - Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?
Asma
Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:
1 - Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
2 - Consigo confessar conscientemente minhas agressões? Que possibilidades disponho para expressá-las?
3 - Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?
4 - Quais setores da vida valorizo e quais rejeito? Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
5 - Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?
Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo! O único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!

Males Estomacais e Digestivos
No caso de males estomacais e digestivos, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - O que não posso ou não quero engolir?
2 - Algo está me moendo por dentro?
3 - Como lido com meus sentimentos?
4 - O que me deixa tão azedo?
5 - Como expresso a minha agressividade?
6 - Como fujo dos conflitos?
7 - Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?

Doenças Hepáticas
A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?
2 - Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um "veneno" para mim?
3 - Em que sentido ando cometendo excessos? Até que ponto estou "voando alto demais" (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?
4 - Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha "religio", de minha religação com a fonte primordial? Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva? Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
5 - Confio nos outros?

Doenças dos Olhos
Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e viver conscientemente a situação honesta de vida criada pelo fato. Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como viu o mundo e as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer, no que foi impedido pela falta de visão, como lidou com o ambiente exterior etc. Um relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser. Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:
1 - O que não desejo ver?
2 - Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?
3 - Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
4 - Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
5 - Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
6 - Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
7 - Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar?

Doenças do Ouvido
Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?
2 - A quem ou a que não desejo obedecer?
3 - Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?

Dores de Cabeça
Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Com que estou "quebrando a minha cabeça"?
2 - O "em cima" e o "embaixo" estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?
3 - Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)
4 - Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
5 - Tento substituir a ação pelo pensamento?
6 - Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?
7 - Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?

Doenças de Pele
Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Acaso estarei me isolando demais?
2 - Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
3 - Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?
4 - O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
5 - O que é que de fato está "coçando" dentro de mim?
6 - Acaso resolvi viver no ostracismo?

Doenças Renais
Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as seguintes perguntas:
1 - Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
2 - Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
3 - Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
4 - Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
5 - A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular?

Os males da Bexiga
Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:
1 - A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?
2 - Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?
3 - Que assuntos gastos devo abandonar?
4 - Por que choro?

Doenças Cardíacas
No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:
1 - Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?
2 - Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
3 - Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
4 - Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?
5 - Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
6 - Tenho escutado a voz de meu coração?

Distúrbios do Sono
A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:
1 - Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2 - Acaso posso me desapegar?
3 - Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?
4 - Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
5 - Quão grande é o meu medo da morte? Já me reconciliei o suficiente com ela?
Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:
1 - Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?
2 - Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?

Lista das Correspondências Psíquicas
dos órgãos e palavras-chave para as partes do corpo


Bexiga - Pressão, desapego
Boca - Disposição para receber
Cabelos - Liberdade, poder
Coração - Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
Dentes - Agressividade, vitalidade
Estômago - Sensação, capacidade de absorção
Fígado - Avaliação, filosofia, religião
Gengivas – Desconfiança
Intestino delgado - Elaboração, análise
Intestino grosso - Inconsciente, ambição
Joelhos – Humildade
Mãos - Entendimento, capacidade de ação
Membros - Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos - Mobilidade, flexibilidade, atividade
Nariz - Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – Discernimento
Ouvidos - Obediência
Órgãos genitais - Sexualidade
Ossos - Firmeza, cumprimento das normas
Pele - Delimitação, normas, contato, carinho
Pênis - Poder
Pés - Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade
Pescoço - Medo
Pulmões - Contato, comunicação, liberdade
Rins - Parceria, discernimento, eliminação
Sangue - Força vital, vitalidade
Unhas - Agressividade
Vagina - Entrega
Vesícula biliar – Agressividade

Desejo, de coração, que esta lista sirva para que você desperte para si mesmo e que, caso identifique alguém com algum mal da lista, seja generoso e amoroso o suficiente para não julgar, mas se perguntar: como posso ajudar?

Maria do Sol

domingo, 29 de setembro de 2013

Reflexões sobre o Amor

             Viver para mim é uma jornada fascinante, mágica, por vezes quase impossível, mas essencialmente de crescimento pessoal. Não algo tenso, mas uma oportunidade linda de melhorar-se.
Neste aprendizado procuro observar, ler, os que admiro e todos os mestres e mestras, sem exceção falam do amor de uma forma que vai se descortinando a cada dia para mim.

            Hoje, mais experiente nos assuntos do coração e nos aprendizados da vida, entendo o amar alguém como um exercício que vai se tornando mais e mais fácil. Inicialmente, quando somos mais novos, é algo espontâneo e natural, porém imaturo. Gostamos e deixamos de gostar de alguém com a mesma facilidade. Depois, uma opção mais consciente e inclusiva, procurando melhorar-se através do amor, ajudar ao próximo e fazer o bem.
Para amar é preciso: AMAR.
          Todos somos capazes de ver o que há de errado ou esquisito, do nosso ponto de vista, em alguém. Quanto mais refinada nossa sensibilidade, mais fácil é de ver, inclusive o que não vemos com os olhos mas podemos sentir.
          Mas e daí? Amar não é tão arriscado, não significa ser bobo ou ter que conviver com quem não temos afinidades, é algo mais profundo, uma generosa solidariedade, estender a mão ao belo que há, e sempre há, em alguém. Quando nos abrimos a esta possibilidade e a exercitamos, o amor flui com muito maior facilidade e a compaixão é o próximo passo lógico.
      A maioria das pessoas é como é por ter passado por experiências desagradáveis que a marcaram, acabando por aprisioná-la em opções de comportamento nocivas a si e aos outros. Quando se sentem amadas, ainda que por estranhos que agem de forma gratuitamente generosa, simpática ou com compaixão para como eles, uma janela se abre para a mudança, é lindo de ver e, curiosamente, cada vez mais fácil à medida que se exercita.
         Longe de mim dizer que o amor é um exercício, pois o amor SIMPLESMENTE É. Porém, todos bloqueamos o amor em algum momento, principalmente os que passam por muita dor e sofrimento. Para que o amor volte a fluir é preciso permitir, com a prática e fé, reabrindo o caminho que é natural em todos.
AME!


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Família que pinta unida...


              Sempre sonhei em um dia ter um atelier onde eu ficasse pintando e as meninas, minhas cinco lindas filhas, ficassem criando junto, com acesso aos materiais com os quais trabalho.
            Durante todos estes anos, desde que Agnes, nascida em 1998, está conosco a correria foi enorme, os problemas e processos do dia-a-dia tomavam todo o nosso tempo e elas foram crescendo... me vendo pintar, por vezes pintando junto, por vezes eu ensinando, mas longe de ser algo como eu gostaria. No entanto, o sonho se mantinha vivo dentro de mim e, de certa forma, sempre nutri dentro delas esta sementinha de esperança.
          Agora, 15 anos depois, estamos pintando juntas, sonhando juntas, pensando em novas criações e, agora já com elas maiores e com maior domínio dos materiais, de uma forma bem harmônica. Claro que as menores ainda querem participar, tumultuando o processo, mas foi assim, nesse ´tumulto criativo´que as mais velhas aprenderam, portanto, acredito que as pequenas precisam também participar do processo, ainda que imaturamente.
        Coisas lindas estão saindo, comprovando o que minha mãe sempre falou: os filhos são sempre melhores que os pais. Orgulhos da mãe!
           Parabéns para a Agnes, Miriá Lua, Iara Vida, Leona e Pérola pelas incríveis criações!

E que mais venha por aí! Para as mães de filhos pequenos deixo um recado: a fase do caos diário criando crianças pequenas passa e tudo o que puderam nutrir juntas, com boas intenções e valores positivos, fica e tem frutos incríveis!

Verifique no meu: BLOG DE ARTE DA MARIA DO SOL e veja as criações!




sábado, 7 de setembro de 2013

Minha arte em um novo lugar - blogmariadosol

Amigos, criei um novo blog para minha arte enquanto não refaço meu site.
Ainda não adicionei muitos de meus novos trabalhos e estou finalizando detalhes de design, mas já dá pra ver uma boa parte do que já criei, tanto de telas quanto cabaças.

Espero que gostem, divulguem, adquiram e desejem-me sucesso, pois amo criar!







Redes Sociais?

   Não gosto de ficar criticando o que não concordo, o que não me agrada, acredito que se quero algo diferente devo chamar atenção para o bom de algo, não ficar reforçando o ruim, mas refletir é sempre positivo, assim creio.
   Quero partilhar minha experiência como mãe de cinco com e sem internet. Nos mudamos e ficamos uns meses sem internet até conseguir instalar novamente e conto aqui o que vi de mais negativo.

Com internet: 
  • Não ficam muito no presente
  • Mais ansiosos porque sabem que o computador está ali para que possam saber de tudo o que não estão vivendo, estão perdendo 
  • Mais tempo com entretenimento, menos tempo com cultura
  • Não percebem o quanto ficam na rede, acabando por ficar com pouco tempo para atividades coletivas ou de cultura
  • Brigam mais

Sem internet: 
  • Maior interesse em interagir com os que estão ao vivo
  • Acabam fazendo algo no presente para entreter-se
  • Mais tempo lendo e vendo algum programa de TV interessante
  • Mais dispostos para as atividades do lar
  • Brigam menos

             Existem estudos que  mostram que as redes sociais geram uma frustração enorme porque as pessoas, em geral, não querem passar o que está acontecendo de ruim e filtram o que há de melhor em seu dia ou vida, normalmente se tem 50 ou mais amigos adicionados, imagine 50 pessoas com a vida melhor que a sua? Viajando para lugares para os quais não pode ir? Enfim, é um estudo e dos sérios.
             Sou totalmente à favor da tecnologia, mas acho muito inteligente aprender a usar de maneira consciente, ainda que para se divertir e interagir.

domingo, 28 de julho de 2013

Como Estrelas Na Terra - Legendado



Enquanto estive internada no hospital Sarah, em reabilitação por conta de minhas próteses, pedi a meu irmão que me trouxesse alguns filmes para assistir no computador. Cinéfila como sou e com tempo de sobra para isso, peguei vários filmes de seu HD, dentre eles um que ele não havia visto e nem sabia me dizer do que se tratava. O título ´Como Estrelas na Terra´ me pareceu sugestivo e decidi assistir.
Para minha surpresa, me deparei com uma profundíssima obra indiana. Um filme que carregarei para sempre na lista dos melhores que já vi, sobre um menino disléxico que sofre muito antes de perceberem a profundidade e valor de sua alma.
No filme, a sensibilidade de um professor, ou melhor, um educador, que também sofreu com dislexia na infância, se vê no menino já deprimido por tudo o que havia passado até seus poucos 9 anos. É lindo ver como o amor constrói, une, transforma e transborda.
Nos faz, a todos, refletir sobre como é possível ver o outro com a simples intenção de ajudá-lo a ser feliz, estender a mão em um momento difícil no qual a pessoa, qualquer pessoa, não consegue mais enxergar por si mesma o que a torna especial. O filme mostra também que quando alguém recebe uma dose de amor e incentivo na direção do bem, daí em diante segue sozinho pois agora está novamente preenchido para seguir adiante e potencializar o que recebeu. Ele só precisava recarregar-se para se lembrar de si mesmo.

Não deixem de assistir.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O PODER DA INTENÇÃO - Dr Wayne Dyer

         Para aqueles que gostam de ler coisas lindas de pessoas maravilhosas, aí vai a tradução de um texto do Dr. Wayne Dyer, palestrante e escritor internacional.
          
         Ele começa a entrevista dizendo: “É difícil para mim chamar de lei. Nunca gostei de leis ou regras.” Dr. Wayne Dyer, carinhosamente chamado de “pai da motivação” por seus fãs, senta na cadeira, coloca os pés descalçõs na mesa de café e partilha sua visão única da lei da atração. Seu sorriso convidativo, seus confortantes olhos azuis e conduta relaxada refletem a energia amorosa e calorosa que passa tão frequentemente aos outros.
Dyer tem um termo para o conceito por trás da Lei da Atração. Ele chama de Poder da Intenção. Sua filosofia é pura e simples: “A lei da atração é esta: Você não atria o que deseja, atrai quem você é.”
         “O maior erro da maioria das pessoas ao tentar aplicar a lei da atração é desejar coisas; eles pedem por coisas. Mas Deus não funciona assim. É tudo uma questão de permissão.”
      
         Dyer refere-se ao Tao Te Ching, escrito por Lao Tzu. Ele disse, já naquela época, 2.500 anos atrás, que se vivenciar as virtudes citadas no livro, então tudo o que jamais quis ou precisou pode ser fornecido a você.”
 “Chama-se o Hua Hu Ching, escrito por Lao Tzu. A número 51 diz: ‘Aqueles que desejam saber a verdade do universo devem praticar as quatro virtudes cardiais. A primeira é a reverência a todas as formas de vida. Esta se manifesta com amor e respeito incondicional por uma pessoa e por todos os outros seres. A segunda é a sinceridade natural. Esta se manifesta como honestidade, simplicidade e fidelidade. A terceira é a doçura, que se manifesta como uma gentileza, consideração pelos outros e sensibilidade com relação à verdade espiritual. A quarta é o amparo. Esta se manifesta como um serviço aos outros sem expectativa de recompensa.”

          “Todos os grandes mestres espirituais estão ensinando o que estamos dizendo aqui.” diz Dyer. “Eles ensinam perdão. Eles ensinam generosidade. Eles ensinam amor. Não estão ensinando a desejar. Não estão ensinando ganância.”
            Portanto, a noção de procurar pelo que deseja, ou pensar no que precisa, não tem a ver com o Poder da Intenção.  “O mantra do ego é “O que posso conseguir ali para mim? Como posso conseguir mais? Eu quero uma BMW na minha garagem na quinta-feira que vem” explica ele. “Tudo isso é o que a maioria dos professores espirituais chamam de falso eu – o ego.”

           De acordo com Dyer, o processo de permissão começa ao acolher níveis mais elevados de consciência, o que te traz retorno, não atrai o que deseja, mas atrair quem você é.
“Você tem que apenas ser. Tem que abrir mão. Tem que permitir. Tem que ser livre e tornar esta sua consciencia.” Ele continua “Basicamente, o que veria é uma frequência (de energia) que manifesta-se através de um processo de doação, permissão, de oferta e de serviço. Não pede nada em troca.”

           Dyer ilustra o conceito de doação sem expectativas citando o grande poeta Hafiz:
 “Mesmo após todo esse tempo, o sol nunca diz à terra ‘ está me devendo.’”




        Entusiasmo e energia enchem o ambiente enquanto Dyer termina seus ensinamentos, “Apenas pense o que um amor como este pode fazer. Ele ilumina o mundo inteiro.”

http://www.drwaynedyer.com/articles/the-power-of-intention

domingo, 21 de julho de 2013

E uma nova etapa se inicia...


                  É curioso ver que na vida estamos sempre buscando soluções para uma jornada infinita.
               Sempre achamos que, ao conquistarmos algo maior, que podemos, finalmente, nos acomodar.

                 Mas aí vem a vida e nos mostra que não é nada disso, que somos seres em eterna evolução, em uma realidade essencialmente de mudança e que, mesmo que as coisas estejam bem, continuaremos sempre, invariavelmente, buscando algo melhor, pois a vida é uma jornada eterna onde não cabe estagnação.
                 
                Por vezes o que nos move são as coisas boas, como ter uma casa melhor, um carro melhor, um corpo melhor, enfim, expandir e, outras vezes (e não menos importantes) nos movemos por situações ruins que fogem ao nosso controle e talvez a pior delas seja a saúde.

                Quem já não ouviu: Amigo, agradeça enquanto tem saúde, porque quando falta a saúde, aí é que nem o dinheiro resolve!
                       E tem muito de verdade pois, quando nos deparamos com alguma situação que impede nosso corpo ou organismo funcione como precisamos dele, ainda que tenha passado pelos melhores tratamentos e médicos e tenha feito tudo o que pode para se ajudar, a sensação de limitação e frustração insistem em se instalar. A mente vai, mas o corpo fica a desejar.

                      Eu, que estou há um tempo sem poder postar em meu amado blog por estar muito ocupada com a vida depois de ter passado em um concurso; que achei que seria a solução de meus problemas financeiros, que seria um tempo longe da rotina de casa e filhos, que me traria oportunidades de expansão e prosperidade; me deparo meu corpo dando a palavra final.
                
                 Sou deficiente, mas prefiro dizer que sou Eficiente, tiro o D, pois alguém que, mesmo sem os dois pés, nada, corre, anda, cuida de cinco filhas, de uma casa, tem um marido lindo, trabalha, pinta, cria, escreve e se supera a cada dia, com força, fé e humildade para ir até onde consigo, não é uma coitada, longe disso, mas também tenho meus limites... embora, confesso, muitas vezes só os conheça ao tentar ir além.
               
Hoje, exatamente neste momento, me encontro internada no hospital Sarah, em reabilitação, que é uma internação para ver se é possível melhorar minhas condições físicas que se encontram péssimas.

               Desde que fui admitida no INSS entrei em sofrimentos físicos que nunca tinha passado desde criança, quando tive meu acidente. Foi um ano de períodos pequenos de trabalho, seguidos de licenças que só tirava quando não aguentava mais. E o psicológico como fica com isso? Em frangalhos. E o rendimento no trabalho? Prejudicado. E a capacidade que eu tinha? Completamente reduzida... e agora?


              Ainda estou buscando respostas dentro e fora de mim... e que Deus me ajude!

sábado, 29 de dezembro de 2012

Viva!!! Ano Novo!!!

         
 Adoro o ano novo. Embora procure viver o hoje a cada dia, a sensação de completar um ciclo e iniciar um novo fresquinho, cheio de possibilidades, sempre me traz a sensação de capacidade de me livrar do que não serve, renovar as forças e fazer novos planos.

           Tenho o hábito de, no primeiro dia do ano, fazer uma meditação concentrada com uma agenda novinha na mão cm a finalidade de anotar as metas do ano que se inicia.
Fui amadurecendo este processo e limitando minhas metas a alguns pontos nos quais saberia que poderia me concentrar mais, ao invés de escrever tudo o que eu queria para a vida toda e me sentir frustrada.
           Com gratidão pelo ano que chega, faço um apanhado mental do que aconteceu neste ciclo que passou e olho o que anotei como metas no primeiro dia do ano anterior. É incrível como, ao olhar para as metas vejo que cumpri boa parte! A sensação é maravilhosa!

           Anoto em um rascunho as muitas coisas que gostaria de atingir na vida e vou selecionando as mais urgentes, comparando com o que já conquistei para ver também uma sequência possível e anoto umas 3 ou 4 na agenda novinha e cheirosinha.

           Vejo a vida como uma experiência passageira e uma oportunidade de crescimento que tem prazo certo. Acho que ninguém deveria perder a perspectiva de que somos seres espirituais vivendo uma experiência terrena, e não o contrário. Cada dia que acordamos é mais um presente que ganhamos, mais uma oportunidade de aprendizado e partilha. E uma oportunidade também de, com os pensamentos positivos crescentes, mudar nossa frequência vibratória e atrair melhores coisas e experiências.
            Louise L. Hay, uma grande escritora de auto-ajuda americana (e muitos outros), fala muito sobre o agradecimento como caminho para que possamos abrir nossos olhos para todos os presentes que nos passam despercebidos durante o dia. Desde um corpo capaz de se refazer e manter a saúde a cada dia, a respiração, os sentidos, cada nascer do sol que nos aquece, o vento que sopra, a terra fresca que nos alimenta e sustenta, até as pessoas que nos chegam, cada coisa que adquirimos para tornar nossa vida mais fácil, as intuições que nos guiam e nossa experiência única e mágica.

            O ano de 2013 vai começar e cada dia vai amanhecer com sua oportunidade única.
Um dia ruim vai aparecer (vários), se ele te pegarem, procuremos o agradecimento até pelo que temos que passar e que não esperávamos, oportunidades do destino de lapidação da alma e fortalecimento de propósitos.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Reflexões sobre a Igualdade

         Esse ano foi "O" ano em termos de mudanças e muitas coisas aconteceram e algumas, ou muitas, precisam ser partilhadas.
        Uma delas é a questão da igualdade.

            Encontrei esta imagem no Facebook hoje e milhares de ideias vieram à minha mente com relação a este tema. Todos somos diferentes essencialmente, únicos e especiais, no entanto, existem diferenças que nos desnivelam e é aí que surge a generosidade pela igualdade, as leis e a mudança da sociedade como um todo para que não seja uma esmola generosa, mas sim a compreensão de que, para algumas pessoas, é muito difícil realizar coisas possíveis para elas também, viver coisas que todos tem o direito de viver, sem que a diferença delas seja validada de forma desigual.
                Para um cadeirante, alguém que talvez já tenha sido um atleta ativo e que não tinha que pensar em obstáculos, andar pelas ruas é possível com cadeira de rodas, mas somente se alguém tiver tido a generosidade de pensar que, para isso, teria que mudar toda uma cidade para que as calçadas tivessem rampas e acessos. Provavelmente quem teve esta iniciativa já sofreu as consequências desta necessidade, com privações pessoais ou de alguém que amava. Este cadeirante, que antes tinha que passar o resto da vida dependendo da boa vontade alheia para que se locomovesse, agora conquistou o direito público de uma vida ativa apesar da dor e da diferença que tem que lidar para o resto da vida. Ele agora escolhe o que quer comprar, dirige, entra e sai de seu trabalho, visita amigos, vai a shows, compra seu pão quando puder e isso dá a ele ou ela a possibilidade de sentir dignidade, o que transforma a maneira como se enxerga, a maneira como vê a vida e, por consequência, como a sociedade os vê.
            Agora o que a sociedade não vê é a totalidade da diferença. Existem diversos tipos de diferenças físicas e não é porque existem leis inclusivas que o assunto se encerra. Uma sociedade é um grupo grande, mas cada deficiente ou pessoa que necessita de algum cuidado especial, vive em um grupo menor dentro de seu trabalho ou família. O mesmo cadeirante que citei acima pode ser pobre, por exemplo, e precisar que o ajudem a adaptar a casa para que tenha certa liberdade.
           Quantos tem a oportunidade de conviver com alguém que precisa de cuidados especiais ou de uma mão verdadeiramente disposta a fortalecer? Idoso, criança, deficiente, pobre, enfim, os "desiguais".Quantos conhecem as reais limitações de todo o dia?
Pois eu vou contar alguns que eu, como pessoa que foi escolhida por Deus para perder os pés em grave queimadura nessa encarnação:
         Todos os dias para tudo o que tenho que fazer preciso dosar o quanto posso fazer pois minha delicada pele queimada não suporta muito atrito e qualquer contato com próteses ou joelheiras geram atrito. Por conta disso, como já tenho que fazer muitas coisas normalmente e faço em muito mais tempo que as pessoas sem deficiência, o que faço é mentalmente rever tudo o que tenho que fazer no dia e medir o quanto poderei, mesmo minha mente conseguindo ir muito, mas muito mais longe do que meu corpo. Normalmente passo muitas horas, muitas mais do que gostaria, deitada na cama porque só assim posso ficar com as pernas esticada para não atrofiar os músculos (como já aconteceu quando fiquei em cadeira de rodas por muito tempo) e a pele respirando para curar os ferimentos constantes.
              Muitos com os quais convivo não sabem disso, pois quando saio, o que dura apenas algumas horas, não demonstro ou falo muito sobre isso, pois ninguém gosta de pena. Não estou contando isso para me queixar pois Deus me deu uma vida maravilhosa e um caminho que me fortalece e alegra a cada dia, mas para que reflitamos corretamente quanto a um tema como este.
              Outro exemplo são as leis de cotas para deficientes que garantem inclusão, visando mais pessoas produtivas e ativas na sociedade, menos gastos com pensões e benefícios e isso está certo, no entanto, estas leis levam em consideração cada caso no momento em que aquela pessoa passa a fazer parte da instituição? Pelo que sei e vivo, ainda passamos pela necessidade de humilhação degradante e mais dor para conseguir provar que nossas limitações são, por vezes, intransponíveis sem certa generosidade, flexibilidade ou apoio por parte dos outros.
           
              A sociedade está em constante evolução, leis inclusivas antes inimagináveis já fazem parte de nosso quotidiano e mudar envolve um certo desconforto positivo, indignação com o que não concordamos e generosidade para com nossos irmãos e todas as formas de vida.
              Reflitamos!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Não dê apenas amor aos seus filhos

Educar filhos é das tarefas mais intensas e incertas que podemos experimentar. Intensa por ser diária e constante, e incertas porque nunca sabemos ao certo se estamos acertando na hora que corrigimos, só saberemos tempos depois, com o caráter mais consolidado dos filhos. Até lá, nos resta fazer o melhor que pudermos, com esperança de que nossos erros no percurso causem menos estragos possíveis.
Recentemente assisti a uma palestra que falava sobre ser mãe e educação de filhos. O palestrante, Edilmar, com muita sabedoria, falou às mães que não apenas amassem seus filhos. Curioso, não é?
A nova geração de mulheres ocupadas e muito produtivas e pais separados está gerando um fenômeno crescente de filhos muito amados, supridos e... curiosamente, estragados. 

Uma tristeza pensar que a liberdade feminina além da possibilidade de, com duas pessoas gerando renda para a casa, famílias mais prósperas financeiramente estejam favorecendo crianças e adolescentes mal criados. Também é triste pensar que a liberdade dos casais de escolherem viver o que bem entendem, mesmo que seja viver com outra pessoa e não viver mais no mesmo teto que os filhos, proporcione distúrbios na intimidade difíceis de equilibrar. 
Criar filhos exige TEMPO PERTO, não é apenas tempo de qualidade (o que também é bom, claro), não o tempo que tem, mas TEMPO MESMO e dedicação, muita dedicação, e dedicação com energia, por vezes dizendo e fazendo o que sabemos não ser exatamente amoroso, mas para o bem deles, repreendendo e amando, em um equilíbrio como se as crianças fossem um pêndulo que oscila entre o bem e o mal e, bem no meio, há um caminho que, em seu coração de pais, guiada pelo que acredita, será o melhor para eles e vocês se cansam de um lado para o outro, repreendendo de um lado e validando do outro, até que, com esperança e fé, esta pessoa ainda oscilante pelos aprendizados, firme seu caminho naquele orientado por seus pais com amor, energia e fé.
Um equilíbrio delicado, pois nós mesmos trazemos nossas dificuldades e incapacidades (e por isso os filhos são uma grande chance de nos tornarmos pessoas melhores), mas possível e que também é possível ser trilhado com naturalidade: faça o seu melhor.

Amar demais afrouxa os valores - uma vez que na falta de condução diária e constante, presença e atenção dos pais, as possibilidades e exemplos diante dos filhos é enorme. Sem serem repreendidos, não saberão o caminho correto e terão que aprender na vida, sofrendo fora de casa pelo que não foram moldados no lar, ainda mais com internet no quarto e passando a maior parte do tempo com pessoas não comprometidas com o caráter deles.
Repreender demais afasta dos valores - repreender demais tira o elemento de atração. Pais que repreendem muito, ficam muito "em cima" dos filhos, não validam e não equilibram a necessidade de corrigir e orientar com o exemplo de que aquela repreensão os tornará pessoas melhores e mais amorosas, como você, faz com que os filhos acreditem que o melhor é ser exatamente o contrário daquilo.
Sempre vale a pena o empenho em ser melhor. Os frutos de uma família que teve pais presentes, firmes, amorosos e que cresceram interiormente junto com seus filhos, é maravilhoso e se estende por todos aqueles que entram em contato com estas pessoas. Pode ter certeza de que dá trabalho, mas eu sou da teoria de que dá muito mais trabalho ter filhos que entram em drogas, egoístas demais para cuidarem dos pais na velhice porque não aprenderam a se doar e partilhar, ou filhos sequelados psicologicamente por não conseguirem lidar com a frustração ou não terem sido amados.

Claro que a tarefa de ser pais não é uma cartilha pronta, e não temos controle de tudo, além de nossos filhos virem com personalidade e inclinações que nem sempre são o que gostaríamos, mas que vale a pena tentar, eu acredito que sim.

Boa sorte para todos nós!